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A Maçonaria, sua origem e penetração na região Norte
29 de  janeiro de 2016 | Autor : 10 | Fonte : 10


Por Dante Ribeiro da Fonseca

A Augusta, Benemérita, Grande Benfeitoria da Ordem, Augusta e RespeitávelLoja Simbólica União e Perseverança número 947, jurisdicionada ao GrandeOriente do Brasil (GOB) foi fundada em 24 de janeiro de 1918. Completou,portanto, há dias atrás seus 98 anos bem vividos. Lembrando desse aniversáriojulguei oportuno publicar aqui um pequeno trabalho que resume a penetração daOrdem Maçônica na região Norte e o surgimento da Maçonaria em Rondônia.

 


Loja Simbólica União ePerseverança, Porto Velho, Rondônia

 

É evidente que mais pesquisas devem ser realizadas e essa que segue ébastante resumida. Cremos, porém, que comemorar esse aniversário mesmo que comtrabalho resumido é melhor que deixar o momento passar em branco. Afinal a ARLSUnião e Perseverança faz parte da História de nosso estado, pelo seu quadro deobreiros passaram valorosos cidadãos que muito contribuíram para que Rondôniasurgisse. Assim homenageamos essa oficina com o pequeno histórico que segue.

A Maçonaria constitui-se como uma associação de homens livres e de bonscostumes, que aspiram pelo aprimoramento moral através do cumprimentoinflexível do dever, da busca da verdade e da prática desinteressada e anônimada filantropia. Ainda, buscam os Maçons o aprimoramento social, através de seusprincípios diretores: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, os quais nos permitemantever uma sociedade mais justa e mais fraterna.

A origem da Maçonaria como instituição está, historicamente, situada nascorporações de pedreiros medievais, daí nossos símbolos serem as ferramentas doofício. No século XVII, essa Maçonaria de ofício, chamada operativa, passa aaceitar em seus quadros membros da nobreza, da burguesia e de outrasprofissões. Essa nova base social transforma lentamente a Maçonaria operativa,resultando daí a Maçonaria especulativa, tal como a conhecemos hoje. Com essatransformação, os instrumentos usados pelos pedreiros são assumidos pelamaçonaria especulativa como detentores de uma simbologia moral destinada aoaprimoramento do homem e da sociedade. A primeira Potência Maçônica foi aGrande Loja da Inglaterra, fundada em 1717. Da Inglaterra, o berço das LojasEspeculativas, a Maçonaria espalhou-se pelo Mundo.

No Brasil, embora tenhamos notícias da existência de Lojas Maçônicas jáno século XVIII e, ainda, atribuam-se à influência maçônica alguns movimentos deemancipação ocorridos no Brasil colonial, a Ordem Maçônica cresce e torna-sevisível durante o século XIX. Isso ocorre particularmente após 1822, quando foicriado o Grande Oriente Brasílico ou Brasiliano, obediência nacional, queviria, anos depois, a adotar a denominação de Grande Oriente do Brasil.

O primeiro passo para essa empresa, foi a fundação da Comercio e Artes naIdade de Ouro, no Rio de Janeiro. Em maio de 1822, com o acirramento da criseinstaurada pela Revolução do Porto, que pretendia fazer retornar o Brasil aostatus de colônia, surgiram, da tripartição da Loja Comércio e Artes, as LojasUnião e Tranqüilidade e Esperança de Niterói. Com essas três Lojas foi criadoem 17 de junho de 1822 o Grande Oriente, e escolhido como seu Grão-Mestre, JoséBonifácio de Andrada e Silva, um dos artífices de nossa independência políticade Portugal. Surgiu então o Grande Oriente do Brasil - GOBno cerne da luta pela nossa emancipação política. Destarte, em 04 de outubro daqueleano D. Pedro tomou posse do cargo de Grão-Mestre do Grande Oriente. Daí emdiante Maçons ilustres lutaram, no Brasil, pelas grandes causas da pátria e dahumanidade, como a Abolição da Escravatura e a Proclamação da República.

Na região Norte a Maçonaria tem o seu berço em Belém. Embora Maçonstenham aqui também lutado pela Independência, a primeira Loja Maçônica naregião, a Loja Tolerância, foi fundada na capital do Pará em 19 de dezembro de1832, dez anos após aquele evento. Dentre os obreiros dessa Oficina deve serdestacada a notável figura de João Baptista de Figueiredo Tenreiro Aranha.

Esse político paraense exerceu vários mandatos eletivos como deputadoprovincial e na Assembléia Geral. Na Corte do Rio de Janeiro, como deputadogeral pelo Grão-Pará, que até 1850 compreendia também a antiga capitania do SãoJosé do Rio Negro ou Amazonas, Tenreiro Aranha propôs a lei que elevou aquelaantiga capitania à categoria de Província. Ainda no ano anterior, em sessão de7 de novembro de 1849, como membro da Assembléia Provincial do Pará, apresentoua seguinte indicação: “Indico que se dirija uma representação à AssembléiaGeral legislativa, para que a Comarca do Alto Amazonas seja elevada à suaantiga categoria de Província”. Nessa empreitada foi apoiado, entre outros,pelo obreiro Miguel Calmon du Pin e Almeida, o Marquês de Abrantes, que foiGrão-Mestre do GOB noperíodo de 1850-1863. Afinal, criada a Província do Amazonas em 1850[1],fez-se justiça ao nomear esse Irpara seu primeiro Presidente[2].Tenreiro Aranha, também se destacou na luta pelo estabelecimento da navegação avapor no Amazonas, onde teve como aliado o maçom Irineu Evangelista de Souza, oBarão de Mauá, criador e incorporador da Companhia de Navegação e Comércio doAmazonas, em 1853[3].

 


João Batista de FigueiredoTenreiro Aranha

1.° Presidente da Província doAmazonas

 

Apesar da existência anterior de maçons na província do Amazonas, aprimeira oficina daquele estado foi a Loja Esperança e Porvir, fundada em seisde outubro de 1872, em pleno período que se convencionou denominar PrimeiroCiclo da Borracha. Sem dúvida a riqueza que iniciava a trazer a HeveaBraziliensis àquela província, aliada à afluência maciça de migrantes,certamente, dentre eles inúmeros maçons, foram fatores importantes para afundação daquela oficina.

A Maçonaria no Amazonas evoluiu de tal forma que, em 1883, foi criada aDelegacia do Grande Oriente do Brasil no Amazonas[4],separando-se essa província da administração Maçônica da Província do Pará. Diga-sede passagem, que além de vultos como Tenreiro Aranha, a Maçonaria paraense deuao GOB umGrão-Mestre, Lauro Sodré, que dirigiu os destinos essa potência por seguidasadministrações entre 1904 e 1916. Na primeira administração de Lauro Sodré foifundado o Grande Oriente do Amazonas em 22 de dezembro de 1904. Quinze lojasforam as fundadoras dessa potência, sendo as mais antigas as Lojas Esperança ePorvir (1872), Amazonas (1877) e Conciliação Amazonense (1894), todas sediadasna cidade de Manaus. Existiam, porém, Lojas maçônicas em Manacapuru,Itacoatiara, Canutama, Tefé, Eirunepé, Parintins e Xapuri. A essa PotênciaMaçônica vieram filiar-se duas Lojas fundadas em solo rondoniense, a ARLSUnião e Perseverança (1918) e a ARLSSegredo e Lealdade (1922).

 

A Maçonaria em Rondônia.

 

A primeira reunião de Maçons que se tem registro na área que hoje compõeo estado de Rondônia, vem do testemunho do norte-americano, Frank W. Kravigny,que trabalhou na construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e, anos depois,publicou suas memórias desse período[5].Nesse livro relata que Maçons de diversas nacionalidades, que se encontravam emPorto Velho em 1909, reuniram-se em uma Sessão Maçônica da Loja denominadaSéjourners, cuja tradução é Loja dos Temporários, pois todos esses irmãos,estavam aqui de passagem.

Programou-se uma reunião desses obreiros da Arte Real para o dia 24 dejunho de 1909 e, contando com a colaboração dos diversos acampamentos daferrovia, reuniram-se em plena mata. Kravigny nota o fato de que durante todo otempo em que esteve ocupado na construção da ferrovia: “Essa foi a únicaassembléia, que eu posso lembrar-me, que ocorreu na selva e que tinha algumaconotação com a contemplação religiosa. A falta de igrejas, ou de pilotoscelestiais como ministros do evangelho, nunca nos ocorreu nesse ambiente daselva[6].”


Participantes do encontromaçônico

Ocorrido na selva e noticiado porKravigny

 

O próximo registro de atividades maçônicas no solo rondoniense é de 1916,quando Maçons residentes na vila de Presidente Marques (Vila de Abunã), entãoestado do Mato Grosso, reuniram-se e, no dia quatorze daquele ano fundaram aLoja União e Perseverança. Contudo, essa oficina não prosperou naquela vila.Dois anos depois, em 1918, mais precisamente no dia 24 de janeiro, anunciavauma edição do jornal O Alto Madeira a instalação da Loja União e Perseverança,em Porto Velho (estado do Amazonas), tendo sido o ato realizado na residênciado Irmão Martinho Ribeiro Pinto, juiz municipal do termo de desta cidade[7].

No bojo do processo da divisão da Maçonaria em Potências, ocorrido em1927, o Grande Oriente do Amazonas transformou-se em Grande Oriente do Amazonase Acre, assumindo-se como Potência Regional, independente do GOB.Teve essa potência a adesão maciça de todas as Lojas, exceto da LojaFraternidade Acreana, de Cruzeiro do Sul, que se manteve filiada ao GOB. Éinteressante notar que essa Loja Fraternidade Acreana, teve como um de seusfundadores em 1907 o ilustre escritor e historiador do Acre, Craveiro Costa,autor da admirável obra “A conquista do deserto ocidental”, que trata darebelião acreana. Consta também que, em 1910, foi empossado como o primeiropresidente de sua Loja Capitular o Major de Engenharia do Exército, FernandoGuapindaia de Souza Brejense, que viria a ser o primeiro superintendente(prefeito) de Porto Velho, empossado em 1915. Aliás, o município de PortoVelho, foi criado em 1914 também por um Maçom, o médico baiano Jonathas deFreitas Pedrosa, que governou o Amazonas entre 1913 e 1917[8].Após a criação desse Grande Oriente regional, em 1927, o GOB somenteiniciaria a restabelecer suas bases no Amazonas e Acre a partir de 1934, com acriação da Loja Capitular Unificação Maçônica.

Em 1943 foi criado, imerso no ambiente de revitalização da produçãogumífera da Amazônia que trouxera a Segunda Guerra Mundial e a chamada Batalhada Borracha, o Território Federal do Guaporé. Novamente, destacamos aqui a açãode um notável paraense o maçom Coronel Aluísio Ferreira, articulador incansávelda criação do território e que, por isso mesmo foi seu primeiro governador. Foiesse obreiro também presidente da Respeitável Loja União e Perseverança. NoTerritório Federal de Rondônia, foram criadas na década de 50, as Lojas:Verdade, em vinte de julho de 1953, e Estudo e Trabalho, em vinte de janeiro de1957, ambas sediadas em Porto Velho. A Loja União e Perseverança, que haviaaderido ao Grande Oriente do Amazonas e Acre, retornou ao seio do GOB, seguidada Loja Segredo e Lealdade, em 1956. Com essa renovada adesão ao GOB criou-se,em 1957, a Delegacia dessa Potência no Território Federal de Rondônia[9].Em 1961 o Grande Oriente do Amazonas e Acre transformou-se na Grande Loja doAmazonas, Acre Guaporé e Rio Branco. Seguindo esses passos o GOBfundou, em 1979, o Grande Oriente da Amazônia Ocidental[10],com sede em Manaus. Esse novo Grande Oriente englobava a jurisdição do estadodo Amazonas, e os Territórios Federais de Rondônia e Roraima[11].

Em solo rondoniense, até 1979, estava filiada a Grande Loja do Amazonas,apenas a Loja Fé e Confiança (Guajará-Mirim). Naquele ano, passou a governar oTerritório o maçom Jorge Teixeira de Oliveira, com a missão de ultimar as basespara a criação de um novo estado. O dinamismo que a empreitada exigia, fez comque para Porto Velho fossem transferidos inúmeros maçons, que compuseram aequipe do governador. Em 21 de abril de 1980, reuniram-se no prédio onde entãofuncionava a CAERD vários maçons, para eleger a diretoria provisória de umaLoja Maçônica em Porto Velho, que fosse filiada á Grande Loja do Estado doAmazonas (GLEAm)[12].O nome da nova Oficina, Estrela Renascente, refere-se ao renascimento dasGrandes Lojas em Porto Velho, após a transferência daquelas Lojas mais antigasdesta capital para o GOB, nosanos 50. Cogitava-se, já naquele momento, que as demais Lojas filiadas à GLEAm, aLoja Águia do Planalto do Orde Vilhena e Fé e Confiança do Orde Guajará-Mirim, mais a Loja Estrela Renascente, poderiam ser o núcleo inicialde uma Grande Loja Rondoniense. A Loja Estrela Renascente foi instalada em doisde maio de 1980 no Templo da Aug:. Ben:. Gr Benf:. da Ord:. RespLoj:. Simb:. União e Perseverança, Nº 947, filiada ao GOB[13],e continuou a funcionar nesse lugar até abril de 1985, quando mudou-se paraprédio próprio.

Um ano depois da instalação daquela Loja foi criado o Grande OrienteEstadual de Rondônia (GOER), emdezoito de dezembro de 1981[14].Quando de sua instalação, em dezenove de novembro de 1983, existiam em Rondôniadez Lojas Simbólicas filiadas ao GOB: Uniãoe Perseverança n° 947 (Porto Velho); Segredo e Lealdade n° 990 (Ji-Paraná);Verdade n° 1451 (Porto Velho); Estudo e Trabalho n° 1461(Porto Velho);Humanidade e Fraternidade de Rondônia n° 1812; (Ji-Paraná); Vigilantes da Ordemn° 2036 (Ariquemes); Pedro Michael Struthos n° 2065 (Guajará-Mirim); Caridade eSilêncio n° 2103 (Cacoal) Estrela e Rondônia n° 2106 (Porto Velho); e Monte dasOliveiras n° 2178 (Pimenta Bueno). No caso das demais coirmãs, pertencentes à GLEAm,viriam a unir-se em uma potência regional em dez de abril de 1985, quando foifundada a Grande Loja Maçônica do Estado de Rondônia (GLoMaRon),desvinculando-se da GLEAm.

A Maçonaria em Rondônia está hoje fortalecida, conta com duas pujantesPotências que estão mutuamente reconhecidas e, ainda, trabalham em perfeitaharmonia. Como no passado, a ordem continua a trabalhar pelo aperfeiçoamentomoral e pela melhoria das condições materiais da humanidade, contando com issocom valorosos obreiros. O espírito progressista de irmãos do passado ocasionounotáveis progressos para o Brasil e para Amazônia, como demonstramos ao longodesse trabalho, e continuará a ser assim, com o auxílio invocado ao GADU.

 

 

 

Fontes consultadas.

BAENA, Manoel(Director da 2.a secção da Secretaria da Presidencia da província doPará). Informações sobre as comarcas da província do Pará: organizadas emvirtude do Aviso Circular do Ministério da Justiça de 20 de Setembro de 1883.Anexo da: Falla com que o Exm.o Senr. Conselheiro João Silveira deSouza abriu a 1a. sessão da 25a. legislatura da AssembléaLegislativa Provincial em 15 de outubro de 1884. Para, Typographia de Franciscoda Costa Junior, travessa 7 de setembro, 1885.

BARATA,Manoel. A primeira Loja Maçônica no Pará. In Formação Histórica do Pará.Belém. Universidade Federal do Pará, 1973, pp. 338‑340.

BITTENCOURT, Agnello. Dicionárioamazonense de biografias: vultos do passado. Rio de Janeiro. Conquista,1973.

CASTELANI,José. A Ação Secreta da Maçonaria na Política Mundial. Editora Landmark.São Paulo, 2002.

CONDELI, Renato (Grão-Mestre).  H i s t ó r i c o da criação da GrandeLoja Maçônica do Estado de Rondônia. In: http://www.glomaron.org.br/.

FERREIRA,Manoel Rodrigues. A ferrovia do diabo: história de uma estrada de ferro naAmazônia. 4ª ed. São Paulo. Melhoramentos, 1987. pp. 255-6.

GLOMARON. Históricoda ARLSEstrela Renascente.In:http://www.estrelarenascente.hpg.ig.com.br/historico.html.

GRANDE LOJA MAÇÔNICA DERONDÔNIA. Fundação da Grande Loja de Rondônia. Manaus. Imprensa Oficialdo Estado do Amazonas, 1985.

LIMA, AldenirCourinos. O Grande Oriente Estadual de Rondônia. In: http://www.goer.org.br/historia.asp.

LOUREIRO, Antônio José Souto. Dadospara uma história do Grande Oriente do Estado do Amazonas. Manaus. GráficaApolo, 1991.

O ALTOMADEIRA. Auge Resp Loj SymbUnião e Perseverança: AvMaç.Ano 1, no. 80, domingo, 24 de fevereiro de 1918.

O ALTOMADEIRA. Loja Maçônica União e Perseverança. Ano 1, no. 73,quinta-feira, 30 de janeiro de 1918.

REIS, Arthur Cézar Ferreira. Históriado Amazonas. 2ª ed. Belo Horizonte:Itatiaia;Manaus:Superintendência Cultural do Amazonas, 1989.

SILVA, Jorge Antonio Peixoto. Conferênciaalusiva ao 83º. aniversário de fundação da Loja Simbólica União e Perseverança,no. 947, ao Or de Porto Velho. Porto Velho. Mimeo, 2001.

VERÇOSA, Mário. RegistrosMaçônicos. Manaus. Imprensa Oficial do Estado do Amazonas, 1985.

 

 

 



[1]Lei n.° 582, de 5 de setembro.

[2]Decreto Imperial de 7 de junho de 1851.

[3]Reis, 1989.

[4]Decreto no. 10 de 13 de setembro de 1883.

[5] The jungle route. New York, OrlinTremaine Company Publishers, 1940.

[6] FERREIRA, 1987. pp. 255-6.

[7]O Alto Madeira. Ano 1, no. 73, quinta-feira, 30 de janeiro de 1918.

[8]Extraído do Boletim do Grande Oriente do Estado do Amazonas, de agosto de 1922por Bittencourt, 1973, pp. 291-3.

[9]Delegado Juiz Joel Quaresma Moura. Ato no. 2485 de 25/01/1957. Loureiro, 1999,p. 43.

[10]Grande Oriente da Amazônia Ocidental criado pelo Decreto n° 2.633 de 30 demarço de 1979, com a missão de coordenar as lojas da Amazônia.

[11]Decreto GOB no. 2633 de 30/03/1979. Loureiro, 1999, p. 45.

[12]Dando cumprimento ao Dec. 31-77/80 de 20 de agosto de 1979 e ao adendo de 31 demarço de 1980 do Ser:. Gr:. Mestre Afonso Ruiz da Costa Lins da GLEAm.

[13]Ato oficializado pelo Decreto GM nº 18-77/80 do Ser:. Gr:. Mest:. da Gr:. Loj:.do Amazonas e Território Limítrofes.

[14]O Grande Oriente Estadual de Rondônia foi criado através do Decreto n° 0114 de18 de dezembro de 1.981, do Grande Oriente do Brasil.

Dante Ribeiro da Fonseca
 

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